
A abca - Associação Brasileira de Críticos de Arte - tem a história de seu surgimento ligada à Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA), fundada em 1948, em Paris, como uma ONG. Surgiu no âmbito das primeiras atividades da UNESCO, criada em 1945, sob o impacto do final da segunda guerra mundial. Na UNESCO, firmava-se a cultura como um ideal para a reconstrução de novos tempos, com atitudes mais compreensivas em relação às diferenças entre os povos e a procura de uma realidade mais humanitária no mundo.
A AICA, como entidade internacional, incentivou a criação de mais de setenta associações nacionais, ao longo de seus 55 anos de existência, promovendo a aproximação de diferentes culturas e perspectivas estéticas. A abca, a mais antiga associação brasileira de profissionais da área das artes visuais, foi criada em 1949, tendo participado do ato de fundação os críticos Sérgio Milliet, seu primeiro presidente, Mário Barata, Antonio Bento e Mário Pedrosa, entre outros importantes intelectuais atuantes na crítica de arte.
Como meta, a abca busca promover a aproximação e o intercâmbio entre os profissionais que atuam na área da crítica de arte e incentivar a pesquisa e a reflexão no domínio das disciplinas significativas para a arte, contribuindo para a produção artística e da teoria da arte, incentivando, desta forma, não só a esfera das artes visuais, mas também a educação e a cultura. A associação se interessa, portanto, em colaborar com todas as entidades que objetivam fins essencialmente culturais. Outro objetivo é assegurar a prática da crítica com fundamentos metodológicos e éticos, defendendo os direitos profissionais dos críticos de arte. Por fim, a terceira meta da associação está em proporcionar a ligação permanente entre seus membros associados, favorecendo a realização de debates, encontros regionais, nacionais e internacionais, divulgando seus resultados.
Nos seus estatutos, a abca apresenta-se como “uma sociedade civil, cultural, autônoma e não lucrativa” e tem como finalidade “reunir os críticos de artes visuais, aí amplamente incluídos os profissionais da crítica de arte, pesquisadores, historiadores, teóricos, ensaístas, jornalistas, jornalistas culturais e professores de história da arte e de estética, brasileiros ou domiciliados no Brasil”.
Entre as ações que vem desenvolvendo para alcançar seus objetivos, estão os Seminários regionais, nacionais e internacionais, a edição do Jornal da abca, o Arquivo e Laboratório de Crítica de Arte. No Arquivo e Laboratório trabalha-se a documentação da produção dos críticos de arte, desenvolve-se o estudo da história da entidade, debate-se a história e a prática da crítica de arte, a arte contemporânea. A abca vem colaborando com os poderes públicos e a iniciativa privada, através da participação em ações e realizações culturais de utilidade social e cultural que visam despertar e intensificar o interesse do público pela arte.
DIRETORIA ABCA Presidente Lisbeth Ruth Rebollo Gonçalves 1ª Vice Presidente Ana Cristina Barreto de Carvalho 2ª Vice Presidente Angela Azevedo Silva Balloussier Ancora da Luz 1ª. Secretária Claudia Fazzolari 2a. Secretária Neide Antonia Marcondes de Faria 1º Tesoureiro Carlos Soulié Franco do Amaral 2º Tesoureiro Daisy Valle Machado Peccinini Comissão de Credenciais Carlos Perktold Nilza Procopiak Olivio Tavares de Araujo Conselho Fiscal - titulares Enock Fernandes Sacramento José Armando Pereira da Silva Verônica Stigger.
DIRETORIA ABCA
Presidente
Lisbeth Ruth Rebollo Gonçalves
1ª Vice Presidente
Ana Cristina Barreto de Carvalho
2ª Vice Presidente
Angela Azevedo Silva Balloussier Ancora da Luz
1ª. Secretária
Claudia Fazzolari
2a. Secretária
Neide Antonia Marcondes de Faria
1º Tesoureiro
Carlos Soulié Franco do Amaral
2º Tesoureiro
Daisy Valle Machado Peccinini
Comissão de Credenciais
Carlos Perktold
Nilza Procopiak
Olivio Tavares de Araujo
Conselho Fiscal - titulares
Enock Fernandes Sacramento
José Armando Pereira da Silva
Verônica Stigger